O futuro do presente no pretérito: A ficção científica brasileira e a relação do país com a ciência e a tecnologia

Pesquisando sobre os impactos que a ditadura militar teria causado na produção nacional de ficção especulativa, o colega Fábio Fernandes me indicou uma obra de Mary Elizabeth Ginway, uma americana professora de português e literatura brasileira da Universidade da Flórida.

resenha feita por Antônio Luiz M C Costa no site do Skoob, explica um pouco da relação de Ginway com nossa produção literária ficcional. Como ainda não tive a oportunidade de ler o livro, Ficção Científica Brasileira: Mitos Culturais e Nacionalidade no País do Futuro, encontrei mais informações sobre ele através de um artigo publicado na revista FAPESP.

O autor, Carlos Haag, aborda os contextos sociais e tecnológicos da produção de ficção científica nacional. Para isso, ele se apoia diversas vezes na pesquisa feita por Ginway. Passando desde a primeira publicação nacional do gênero, até o cyberpunk surgido após a ditadura militar.

O artigo pode ser lido diretamente no site da FAPESP:

http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/06/23/o-futuro-do-presente-no-pret%C3%A9rito/

Ou em formato de revista, pelo .pdf:

http://revistapesquisa.fapesp.br/wp-content/uploads/2012/04/078-083-184.pdf?8d2b69

 

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