#OPkkk: ciberguerra, liberdade de expressão e discurso de ódio

Ciberguerra e ativismo hacker

Iconoclastia

Em 1999 um hacker anônimo invadi5.siu uma das páginas da Ku Klux Klan e redirecionou seu endereço para o site da organização HateWatch, um grupo anti-racista. Essa foi uma da primeiras ações que são agrupadas como hacktivismo. Desde sexta-feira (14), em uma campanha batizada como #OPkkk, hackitivistas identificados como Anonymous têm lutado uma ciberguerra contra maior e mais famoso grupo supremacista branco dos EUA, retornando às raízes do fenômeno.

O embate entre Anonymous e KKK começou depois que o capítulo de Missouri da Klan ter distribuído folhetos na região de Ferguson acusando os manifestantes de terrorismo e ameaçando aplicar força letal contra a população da cidade. Ferguson é hoje o centro do debate sobre o racismo institucional nos Estados Unidos depois que um policial branco matou a tiros um jovem negro. Indignada com o descaso com que o caso foi tratado pelo governo, a população da cidade, majoritariamente…

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