Dossiê whitewashing: Ghost In The Shell

Passado mais de uma mês após a estreia da adaptação americana de Ghost In The Shell, o calor da discussão finalmente abaixou. Mas afinal, foi ou não foi whitewashing?

Por definição, whitewashing é uma prática da indústria cinematográfica em que atores brancos são escalados para papéis racialmente diferentes ou de etnia estrangeira. O cinema americano realiza isso há tempos e essa lista da Wikipedia pode dar uma ideia de quão comum isso é:

https://en.wikipedia.org/wiki/Whitewashing_in_film#List_of_films

Durante a produção de Ghost In The Shell, muito se especulou sobre o “embranquecimento” de Motoko Kusanagi. Houve até um boato sobre alterar digitalmente o rosto de Scarlett Johansson, para que ela ficasse com traços asiáticos. A desaprovação de parte do público ganhou notoriedade nas redes sociais e uma petição virtual conseguiu reunir mais de 105 mil assinaturas para que a atriz fosse substituída.

Reuni alguns argumentos de ambos lados para expor melhor a situação:

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Nova edição da revista de ficção científica gratuita Somnium

A edição de número 113 da Somnium traz um artigo sobre transhumanismo e diversos contos de ficção científica!

Blog do Palhão

Olá, pessoal!

Estou passando para indicar a revista do Clube dos Leitores de Ficção Científica (CLFC), do qual sou membro.

Para baixar gratuitamente a edição 113 da Somnium, clique no link a seguir:

http://clfc.com.br/Somnium113.pdf

E boa leitura!

Ver o post original

#Curta: Archetype

A maioria das curtas de ficção científica que assisto não passam do clássico embate Homem Vs Máquina. Archetype consegue ir um pouco além. Após a cena inicial, somos surpreendidos com um homem interrogando uma unidade robótica de combate. É de se estranhar uma cena dessas, afinal bastaria checar a programação do robô, ao invés de tratá-lo como um humano em uma sala, sentado numa cadeira enquanto esclarece os fatos.

Quando é revelado que o interrogatório se trata de uma simulação virtual, a curta já caminha para o seu desfecho, explicando o porque da humanização da unidade de combate.

O diretor, Aaron Sims, mais conhecido por sua arte conceitual, é outro caso de um profissional já inserido no meio cinematográfico hollywoodiano, tentando produzir suas próprias ideias. Seu nome está creditado em tantas produções famosas, que seu IMDB fala por si. Por isso, não é de se espantar que os direitos da obra foram comprados pela Fox Studios. Entretanto, desde 2012 o projeto parece estar engavetado…

As atuações e os efeitos especiais são convincentes. Recomendo assistir aos créditos finais em tela cheia, pois diversas ilustrações e animações são exibidas, nos fazendo imaginar mais daquele mundo sombrio que não apareceu nas filmagens.

Podcast Ultrageek: Hackers – Piratas De Computador

O podcast da Rede Geek, o Ultrageek, abordou o filme Hackers – Piratas De Computador (1995) em um de seus episódios. Explorando os erros técnicos propositais, a equipe justifica as escolhas do diretor em usá-los, também comentam as tecnologias e técnicas de phreaking/hacking que se tornaram datadas. E com bastante humor citam os pontos mais marcantes do filme, as referências, influências e seus personagens fora do comum.

http://www.redegeek.com.br/2015/05/26/ultrageek-196-hackers-piratas-de-computador/

Cyber Brasiliana

Sinospe:
Em uma realidade alternativa, que se desenvolve em um universo pós-cyberpunk, no qual os países do eixo-norte do globo se encontram em decadência, confrontados pelas três grandes potências surgidas no eixo-sul – a União da República Brasiliana, a Africanísia e a Euronova. A qualidade de vida abaixo da linha do equador assume ares de utopia, enquanto no outro hemisfério as corporações lutam pelo controle dos espólios dos antigos países. Nesse cenário, em que uma parte da economia mundial está visivelmente instável, o equilíbrio é mantido por meio da força, de uma consistente e bem defendida base econômica, e da tecnologia que avançou a passos largos até se tornar fundamental à vida. Foi nesse contexto que o Hipermundo se desenvolveu. Um sistema baseado em uma super-rede de servidores, no qual as pessoas desfrutam de uma forma complexa de realidade aumentada, utilizando-a para trabalho, socialização, cultura e registro digital de todas as informações mundiais.

Cyber Brasiliana

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Um pouco sobre o projeto Iniciativa 2045 e Transhumanismo pop

Recentemente, as buscas por informações sobre a Iniciativa 2045 aumentaram. Estranhei o fenômeno, afinal meu post sobre o assunto nunca recebeu tanta atenção quanto agora. Mas por quê?

2045

É exatamente o que eu me perguntava, quando me deparei com um vídeo do programa Fantástico sobre o assunto. Ali estava a resposta. Alguns dias antes, o programa Encontro com Fátima Bernardes fez uma apresentação sobre transhumanismo. Incrível! Mas o que foi dito em rede nacional? Caso ainda não tenha visto, deixarei os links para os programas ao final do post.

Apenas para relembrar, o projeto 2045 tem por objetivo criar um avatar que sustentará a cópia da consciência humana, afim de torná-la imortal. Claro que cabem muitos questionamentos quanto a isso, principalmente por se tratar da cópia… Mas antes de qualquer crítica sobre definições de vida e consciência, é necessário enxergar sua contribuição para o desenvolvimento de tecnologias em manutenção da vida. Ou seja, transhumanismo.

E quanto o projeto já avançou? Quem acompanha qualquer bom canal de tecnologia, sabe da quantidade de pesquisas de interfaces neurais que tem por aí. Amputados ou deficientes movendo próteses apenas com o pensamento, já é um grande avanço na qualidade de vida dessas pessoas. Além disso, os estudos neurocientíficos também já começaram, mas compreender o funcionamento do cérebro humano pode ser uma tarefa para décadas de trabalho… Eu diria que o o projeto ainda está longe de onde quer chegar.

Outra proposta notável dessa área, é o famoso transplante de cabeça que será realizado pelo Dr. Canavero, mas que ainda está envolto de mistério e especulações. Além desses, também temos o recente método de edição genética CRISPR/Cas9 e o DNA gerado artificialmente.

Com essa exposição, o transhumanismo ganha espaço na mídia brasileira, uma ótima oportunidade para despertar o interesse sobre sua filosofia. É o momento ideal para propor debates intelectuais a cerca do tema, ele nunca esteve tão pop. Veja nos links abaixo as matérias exibidas em rede nacional:

Iniciativa 2045 – Fanstático:

http://g1.globo.com/fantastico/videos/t/edicoes/v/bilionario-russo-investe-pesado-para-descobrir-o-segredo-da-imortalidade/5701494/

Transhumanismo e pós humanismo – Encontro com Fátima Bernardes:

https://globoplay.globo.com/v/5690552/

https://globoplay.globo.com/v/5691548/

#Ilustração/Fotografia: Hidrico Rubens

Misturando arte digital com fotografias, o espanhol Hidrico Rubens trabalha com temas fantásticos em sua produção bastante voltada ao cosplay. Sua capacidade de ambientar suas obras é incrível, vale a pena acompanhar esse artista.

ArtStation: https://www.artstation.com/artist/hidrico

DeviantArt: http://hidrico.deviantart.com/

Instagram: https://www.instagram.com/hidricorubens/

Facebook: https://www.facebook.com/hidricophotography/

Burning Chrome

Mass Effect 3

Podcast Braincast: Hackathon e o Movimento Maker

Explorando a dinâmica das maratonas de programação (hackathons), um desdobramento da cultura hacker, e da prática DIY/Maker, o Braincast apresentou um programa dedicado a falar desses movimentos que ainda tem muito a crescer em nosso país.

Os convidados Mauro Cavalletti e Pedro Gravena nos demonstra como podemos transformar nosso dia a dia com os métodos das hackathons, e como a tecnologia pode nos auxiliar a desenvolver nossas próprias ideias e produtos.

Vale lembrar: Hackers não são apenas invasores de redes. Existe um vasto universo dentro da cultura hacker e esse podcast explora um pouco dele.

#221. Hackathon e o Movimento Maker

Hackers (1995)

Lançado em 1995, ano de grande importância (e por que não dizer também mudanças?) para o gênero, Hackers trazia ao cinema uma visão pop da cultura hacker.

Sinopse:
Aos 11 anos, um adolescente conhecido como Zero Cool se torna uma lenda depois de inutilizar 1507 computadores em Wall Street, provocando um caos no mundo financeiro. Proibido de usar um computador até chegar aos 18 anos, ele finalmente retorna sob o codinome Crash Override. Junto de seus novos amigos, ele terá de reunir evidências contra um complô que tenta os incriminar, ao mesmo tempo em que são perseguidos pelo Serviço Secreto.

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